Os produtores brasileiros (e o Presidente Lula!!) de etanol afirmam que o combustível à base de cana-de-açúcar é mais ecológico do que o etanol de milho, como alternativa para abastecer os veículos automotores.
O Los Angeles Times, em matéria veiculada nesta data, investiga a tarifa incidente sobre o etanol brasileiro, o impacto dos biocombustíveis sobre o meio-ambiente, e a possibilidade dos carros elétricos substituírem os propelidos a gasolina ou flexfuel.
Atualmente, os Estados Unidos “barram” o etanol brasileiro, tarjando-o com uma tarifação de 54 cents de dólar por galão, objetivando assim incentivar a produção interna. Isso tudo apesar de ambientalistas, políticos e personalidade americanas argumentarem que o etanol de cana é superior ao de milho.
Os carros elétricos produzidos nos Estados Unidos são caros em razão das baterias empregadas, e a energia elétrica necessárias para abastecê-las provém de termoelétricas movidas as combustíveis fósseis.
“No final do dia, os americanos podem não obter a redução das emissões de carbono esperada".
Por Marcelo Acuña Coelho









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