Quinta-feira, Novembro 05, 2009

Analyst: U.S. will need Brazil ethanol to meet RFS biofuels goal.


The US will need to import large volumes of ethanol from Brazil to meet advanced biofuel targets set under the US Renewable Fuels Standard (RFS), Karim Salamon, head of research and statistics at the French trading firm Sucres et Denrees, said at F.O. Licht’s World Ethanol 2009 conference in Paris. This week.

The RFS defines advanced biofuels as renewable fuel other than corn ethanol that achieves at aleast 40% reduction in lifecycle greenhouse gas (GHG) emissions requirement.

Sugarcane ethanol would qualify as an advanced biofuel based on preliminary estimates by the Environmental Protection agency (EPA). And the Brazilian ethanol group (UNICA) claims sugarcane ethanol can reduce GHG emissions by 80% compared with gasoline even if including the controversial indirect land use change (ILUC).

Under the RFS, the US must blend 600m gal (2.27bn litres) of advanced biofuels in 2009. That target will jump to 950m gal next year and 5.5bn gal by 2015.

The US may have to rely heavily on ethanol from Brazil to meet those mandates, said Karim Salamon. The analyst said the question now is whether Brazil will be able to increase its ethanol production to meet an expected jump in global demand in the coming years.

Source: The Sugarcane Blog

Petrobras iniciará testes com biocombustível no Chile.





A Petrobras iniciará em 2010 testes para determinar o potencial do biodiesel no país sul-americano, anunciou Vilson Reichemback da Silva, gerente geral da Petrobras Chile. As provas serão realizadas em veículos de empresas mineradoras.

Já utilizado em larga escala no Brasil, o biodiesel é um combustível obtido com a mistura de óleo vegetal (retirado de diversas variedades de oleaginosas) e diesel.

As provas da Petrobras no Chile incluirão estudos operacionais. Para isso, será necessário importar um volume mínimo do líquido produzido pela empresa em território brasileiro.

Em entrevista ao Diario Financiero, Reichemback disse que os testes fazem parte do acordo de cooperação que a petrolífera assinou com a Comissão Nacional de Energia (CNE) e com a Empresa Nacional del Petróleo (ENAP) para desenvolver o combustível a nível local.

A Petrobras também cogita levar ao Chile o etanol, que é pr! oduzido a partir de cana-de-açúcar e misturado à gasolina.

A expansão da estatal brasileira no país começou em agosto de 2008, quando comprou ativos da Exxon de distribuição de combustíveis em território chileno. Atualmente, a empresa busca colocar a marca Petrobras nos postos, o que está previsto para acontecer em até dois anos.

Fonte: DCI

Petrobras iniciará testes com biocombustível no Chile.





A Petrobras iniciará em 2010 testes para determinar o potencial do biodiesel no país sul-americano, anunciou Vilson Reichemback da Silva, gerente geral da Petrobras Chile. As provas serão realizadas em veículos de empresas mineradoras.

Já utilizado em larga escala no Brasil, o biodiesel é um combustível obtido com a mistura de óleo vegetal (retirado de diversas variedades de oleaginosas) e diesel.

As provas da Petrobras no Chile incluirão estudos operacionais. Para isso, será necessário importar um volume mínimo do líquido produzido pela empresa em território brasileiro.

Em entrevista ao Diario Financiero, Reichemback disse que os testes fazem parte do acordo de cooperação que a petrolífera assinou com a Comissão Nacional de Energia (CNE) e com a Empresa Nacional del Petróleo (ENAP) para desenvolver o combustível a nível local.

A Petrobras também cogita levar ao Chile o etanol, que é pr! oduzido a partir de cana-de-açúcar e misturado à gasolina.

A expansão da estatal brasileira no país começou em agosto de 2008, quando comprou ativos da Exxon de distribuição de combustíveis em território chileno. Atualmente, a empresa busca colocar a marca Petrobras nos postos, o que está previsto para acontecer em até dois anos.

Fonte: DCI

Amyris Biotechnologies faz testes com diesel de cana.





O grupo americano Amyris Biotechnologies, com unidade em Campinas, SP, produz diesel a partir da cana-de-açúcar em escala pré-industrial. Pesquisas indicam que esse combustível renovável alcançará escala comercial de forma mais rápida e econômica do que os biocombustíveis já disponíveis no mercado, além de reduzir em 80% as emissões em relação ao óleo diesel convencional, abrindo novas expectativas para o setor produtivo e industrial brasileiro.

O biocombustível já está sendo produzido no sudeste dos Estados Unidos e tem previsão para ser vendido como combustível para jatos já em 2010. Cientistas da Amyris criaram um processo dentro da levedura capaz de transformar o açúcar da cana em milhares de moléculas para fabricar diesel e combustível para jatos.

No Brasil, a fábrica paulista ligada ao grupo americano já começou a produzir o diesel renovável numa escala pré-industrial. O próximo passo é a produção do etanol em escala industrial depois que a companhia comprar usinas no País, o que deve ocorrer até janeiro de 2010.

"Será mais uma alternativa de produzir em larga escala outro derivado da cana-de-açúcar. Com mais essa possibilidade teremos outra opção interessante que impulsionará o cultivo da cana-de-açúcar”, disse o presidente da Associação dos Plantadores de Cana da Paraíba (Asplan), Raimundo Nonato.

O diesel de cana-de-açúcar é biologicamente formulado por meio da fermentação para criação de hidrocarbonetos, a mesma estrutura molecular encontrada em combustíveis tradicionais e de petróleo. Tem características idênticas ao diesel fóssil, mas com teor zero de enxofre. A emissão de enxofre é um dos problemas existentes no diesel feito a partir do petróleo.


Fonte: ProCana.com

Governo investe no combate à ferrugem alaranjada na cana-de-açúcar.




A ferrugem alaranjada é uma das pragas que mais ameaçam a cultura da cana-de-açúcar, causando severos danos econômicos aos produtores e ao Brasil, que já se prepara para combater e controlar a doença. O tema foi discutido no workshop Defesa Agropecuária no Contexto da Produção de Cana-de-açúcar, nesta quarta-feira (4), no auditório da sobreloja do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Segundo o secretário de Defesa Agropecuária, Inácio Kroetz, o Mapa já investiu aproximadamente R$ 1 milhão em projetos de controle de pragas na cana-de-açúcar, inclusive a ferrugem alaranjada. No total, R$ 120 milhões estão sendo aplicados em estudos e trabalhos de defesa agropecuária, nas áreas animal e vegetal, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). "Além de investir na fiscalização, normatização e certificação, o nosso objetivo é promover a aproximação com o setor sucroalcooleiro, para verificar as reais necessidades do setor de cana-de-açúcar, seus produtos e subprodutos, historicamente reconhecidos por sua importância social e econômica", finaliza o secretário.

A ferrugem ainda não foi detectada em canaviais brasileiros, mas já causou grandes danos às plantações na Nicarágua, Estados Unidos e Austrália. Nos anos 90, mais de 45% da produção australiana de cana era ocupada com uma variedade suscetível à praga, resultando em grandes prejuízos ao setor sucroalcooleiro naquele país. Segundo estudos técnicos, uma medida estratégica para conter a ferrugem é a diversificação do plantio, com limite máximo de 15% de área por variedade plantada nos canaviais. Assim, as perdas ficarão restritas às áreas das plantas que se mostrarem suscetíveis à ferrugem alaranjada, variável em função do grau de resistência.



Fonte: Ministério da Agricultura,Pecuária e Abastecimento

Desafios para o etanol é tema da IETHA durante Flame Latin America.




A IETHA - International Ethanol Trade Association - revela os desafios e oportunidades que o setor sucroalcooleiro ainda tem pela frente durante debate no Flame Latin America 2009, que acontece nos dias 10 a 12 de novembro, no Rio de Janeiro.

Na apresentação da palestra "Explorando os benefícios e os desafios de um novo combustível renovável: etanol", Joseph Sherman, diretor-executivo da IETHA, pontuará as dificuldades da consolidação do comércio internacional de etanol enquanto o produto não conquista o status de commodity agrícola.

O fato do etanol ter ganho grande repercussão no mundo todo quando se falavam de aquecimento global, impediu (ou pelo menos, impactou prematuramente) o desenvolvimento natural deste setor, sobretudo na criação de mecanismos necessários para transformá-lo em uma "commodity".

No entanto, o comércio internacional de etanol combustível ainda é pequeno, se comparado com outras commodities (não passando de cerca de cinco milhões de metros cúbicos por ano, menos de 10% do que é produzido pelo Brasil e EUA). "O problema é que, provavelmente, esses números não devam aumentar aceleradamente, como se previam, até que se tenha uma infraestrutura estabelecida, tanto no lado exportador como nos países importadores. Essa tem sido uma questão amplamente debatida pelo Comitê de Logística da IETHA. Estamos falando das questões portuárias, armazenagem, escoamento por dutos, legislações de concessões, investimentos, além disso, claro, da criação de um mecanismo de proteção de riscos", completa Sherman.

Segundo ele, o etanol tem seu lugar reservado na esfera mundial da bioenergia, porém precisa de tempo para se estabelecer forma homogênea e consistente, considerando todos os aspectos relacionados no escoamento do etanol comercializado internacionalmente.

A IETHA - International Ethanol Trade Association é uma organização global, formada por 42 empresas nacionais e internacionais que estão presentes nas várias áreas de comercialização de etanol combustível e tem a missão de estabelecer critérios para apoiar a transformação do etanol em uma commodity agrícola.



Fonte: Portal Nacional de Seguros

BP “verde” quer crescer no Brasil.



A britânica BP, dentro de sua estratégia de crescimento até 2013, no segmento de biocombustíveis, pretende instalar e produzir em território brasileiro e em grande escala o etanol de segunda geração ou celulósico.

No entanto, o ponto de partida dessa estratégia encontra-se na fronteira norte dos Estados Unidos da América; local onde a BP instalará no próximo ano a sua primeira planta industrial para produção do etanol celulósico. Dentre as inúmeras razões para a escolha do citado local: os investidores, os centros de pesquisa e a biomassa proveniente das reservas florestais.

Idêntica tecnologia será transferida para suas unidades (BP) a serem posteriormente edificadas no Brasil.

A Petrobras, equivalente a BP, já opera uma unidade de pesquisa e uma planta piloto (Piracicaba – SP) para produção de etanol celulósico, extraído do bagaço de cana-de-açúcar.

Por Marcelo Acuña Coelho