Sábado, Maio 01, 2010

Os pragmáticos e os não tão pragmáticos norte-americanos.

Presidente Obama elogia caça movido a biocombustível; Boeing interessada em estender programa ao Brasil.


O presidente Barack Obama observa a aeronave F-18 "Green Hornet", caça movido a biocombustível, após falar sobre segurança energética na Base Naval-Aérea Conjunta Andrews, dia 31 de março de 2010.
(Foto oficial da Casa Branca - Pete Souza)



Brasília, 22 de abril de 2010 – O primeiro voo de um caça movido a biocombustível, o “Green Hornet” F/A-18 da Boeing, será realizado hoje – Dia da Terra nos EUA. Nos últimos anos, a Boeing vem trabalhando com empresas de motores, clientes comerciais e militares, instituições acadêmicas e outros para desenvolver um mercado comercial para biocombustíveis sustentáveis. A Boeing anunciou que pretende estender a pesquisa e esforços de desenvolvimento ao Brasil.

O Presidente Obama falou sobre o caça Green Hornet durante discurso sobre segurança energética na Base Naval Combinada de Andrews, no dia 31 de março. Clique aqui para assitir o vídeo.



Se o F/A-18 Super Hornet for selecionado como vencedor da Competição FX-2 do Brasil, a Boeing vai colaborar com o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da Força Aérea Brasileira, em São José dos Campos, e com fornecedores de combustíveis brasileiros selecionados para avaliar e escolher um biocombustível para testes em aeronaves militares. O esforço vai fornecer o conhecimento da Boeing à Força Aérea Brasileira e à indústria brasileira sobre os processos de certificação de combustíveis militares e de estratégias de comercialização. A Boeing vai conduzir um plano de exercícios para desenvolvimento de biocombustíveis, produção e demonstração de voo com combustível alternativo.



Michael Coggins, gerente da campanha de venda do F/A-18 Super Hornet da Boeing ao Brasil, disse que, “Como líder mundial em biocombustíveis, o Brasil poderia ser a primeira Força Aérea da América do Sul a voar com um caça usando combustível bioderivado e o primeiro país sul-americano a qualificar biocombustíveis dentro dos padrões militares. A indústria brasileira poderá então atuar como fornecedora de biocombustíveis militares certificados, um mercado em franco crescimento, gerando empregos e desenvolvimento, que é a meta-chave da oferta da Boeing ao Brasil para o FX-2”.

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Pro-Israel lobby: Support for U.S. ethanol tariff cut if Brazil continues to support Iran

Posted on February 12, 2010 by Brazil Institute

Patrícia Campos Mello, O Estado de S.Paulo, 02/12/2010

Brazil’s relationship with Iran threatens Brazilian economic interests in the United States. The pro-Israel lobby, one of the largest donors to President Obama’s campaign in 2008, stopped supporting legislation that would remove the tariffs on Brazilian ethanol.

“We cannot reward Brazil with the large American market while its government supports a dictator that denies the Holocaust and carries out a uranium enrichment program,” said Jack Halpern, a director of the American Jewish Congress. The American Jewish Congress spends millions of dollars per year in lobbies and research about renewable energy with the objective of reducing U.S. dependence on petroleum in the Middle East.

According to congressional sources, the Brazilian government’s reluctance to endorse new sanctions on Iran in the UN Security Council was the last straw. “Brazil needs to understand that supporting Iran has consequences,” stated Halpern.

Bernard Aronson, former Assistant Secretary of State for Inter-American Affairs, warned that if Brazil continues to deal with Iran, other interests may also be affected. “It was a huge strategic mistake. Brazil is throwing out all the goodwill it had with this country,” said Aronson. “Congress is following the question of Iran’s relationship with Brazil very closely. It’s damaging the image of Brazil here.”
 
Nota do Editor:
 
O Brasil concebeu o GlobalAcool para EUA, Israel, Iran e outros. Pendente uma nota de retratação das fontes (EUA e Israel) ou dos meios caso as informações não sejam fidedignas.