Quinta-feira, Julho 01, 2010

Grupo São Martinho pretende estocar 76% do etanol produzido.

O Grupo São Martinho pretende utilizar na safra 2010/2011 toda a capacidade de estocagem de 462 milhões de litros de etanol para poder escoar o combustível quando o preço remunerar melhor a produção, o que é esperado para o período entre dezembro deste ano a março de 2011. "Temos capacidade de estocar 76% da produção e pretendemos utilizá-la, pois avaliamos que os preços irão subir com a forte demanda no mercado interno", disse João Carvalho do Val, diretor financeiro e de Relações com Investidores.

Transpetro já tem propostas para barcaças.



A Transpetro recebeu ontem seis propostas para construção de barcaças, que serão usadas no transporte hidroviário do etanol produzido nas Regiões Centro-Oeste e Sudeste para a Refinaria de Paulínia (Replan).

As propostas, que partiram de 13 empresas, serão avaliadas entre 30 e 60 dias e as primeiras unidades deverão ser entregues no fim de 2011.

Com a entrada em operação dos 20 comboios da Transpetro, a utilização da Hidrovia Tietê-Paraná passará dos atuais 20% para 35% de sua capacidade.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Copersucar tem lucro de R$ 1,6 bilhão em 2009/10.


A Copersucar S.A., maior empresa comercializadora de açúcar e álcool do país, encerrou o ano-safra 2009/10, em 31 de março, com receita bruta consolidada de R$ 7,92 bilhões, o que significou um crescimento de 50,4%. O desempenho foi impactado por aumentos de 15% nos volumes vendidos e de 30% nos preços de comercialização de açúcar e álcool. O resultado líquido (sobra líquida) foi de R$ 1,683 bilhão, 38,7% maior do que o de igual período do ciclo passado.

Paulo Roberto de Souza, presidente da Copersucar, explica que o desempenho está em linha com a meta estabelecida pela empresa de obter faturamento próximo de R$ 8 bilhões. "O alvo foi alcançado, mesmo em ano de adversidade climática para as usinas", afirma Souza.

A moagem de cana das indústrias associadas cresceu 9,5%, de 67,6 milhões de toneladas na safra 2008/09 para 74 milhões de toneladas na temporada encerrada em 31 de março. Se considerado o processamento total, incluindo a moagem equivalente aos volumes adquiridos de usinas não associadas, o incremento foi de 19,1%, de 71,8 milhões para 85,5 milhões de toneladas.

Souza destaca, ainda, uma redução das despesas comerciais e administrativas em 2%, mesmo com os maiores volumes vendidos. "Em resumo, essa economia representa ganho de produtividade operacional", avalia.

A receita direcionada aos associados foi 7,1% superior aos preços da média linear do índice Esalq. Eles receberam R$ 31,17 por unicop (saca de 50 quilos de açúcar equivalente). O preço médio, com base Esalq, foi de R$ 29 por unicop.

Na safra 2009/10, a empresa também reduziu a dívida líquida de R$ 1,9 bilhão para R$ 1,2 bilhão. O caixa ao final do período ficou em R$ 754,2 milhões, o que representou um crescimento de R$ 549,1 milhões em relação ao saldo do ano anterior.

Fonte: Valor Econômico

Ferroeste firma parceria com o setor sucroalcooleiro.



O presidente da Ferroeste, Samuel Gomes, e dirigentes de empresas e associações públicas e privadas, decidiram nesta quarta-feira (30), em Curitiba, firmar termo de cooperação técnica para estudar a participação da estatal paranaense na construção do alcoolduto projetado para ligar a Região Metropolitana de Maringá à região de Curitiba e ao Porto de Paranaguá.

"Estamos buscando alternativas", disse o superintendente da Alcopar, José Adriano da Silva Dias. Também participaram do encontro representantes de Copel, Cattalini, Compagas e CPA/CPL. Elas participam da CPL Log, uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) destinada a viabilizar o alcoolduto.

Hidroelétrica versus biomassa.



A opção pela biomassa, além de demandar menos capital, garante a geração de energia em menor tempo

O recente episódio sobre o leilão para construção da Usina Hidroelétrica Belo Monte reacende o debate sobre as fontes utilizadas no Brasil para produção de energia.

Embora forneça energia limpa e com baixa emissão de poluentes, a Hidroelétrica Belo Monte apresenta uma série de entraves que vão de questões políticas e ambientais ao impacto que gerará à comunidade do entorno.