Sábado, Dezembro 05, 2009

ProAlcool e o Fome Zero Global‏.




Por José S. Sobrinho.


Enquanto durante todo o seu mandato, FFHHCC fez 115 visitas internacionais, este número foi superado por LLUULLAA ainda em junho de 2007 e atinge a impressionante marca de 194 viagens ao exterior e vem mais por ai.


Muito?
Muito!Pouco!Para a meta do presidente.


A meta de Fernando Collor era acabar com os poucos marajás brasileiros, enquanto que a do LLULLAA é:
  1. Acabar com o complexo de vira-lata no Brasil e no mundo, resumido em países desenvolvidos e subdesenvolvidos. Meta atingida no Brasil ao provar que não existe Brasil sub-desenvolvido, mas existia um Brasil sub-administrado.
  2. Implantar o Fome Zero Global tendo por base o GlobalAlcool na África e Caribe e de lambuja mitigar o aquecimento global ao criar uma alternativa energética $u$tentável que reduza o efeito ioiô na economia global.
  3. Encher o mundo de marajás.
Claro, embora esteja todo mundo babando pelo Brasil e zonzos com o desempenho do sindicalista e sua lógica ilógica, os desafios são gigantes porque a lógica lógica até poucos meses atrás era:

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

Brasil precisa de até US$ 18 bi para acabar com desmate, diz estudo.


Uma pesquisa publicada nesta sexta-feira na revista científica Science estima que o Brasil precisaria de US$ 6,5 bilhões a US$ 18 bilhões para acabar com o desmatamento da Amazônia entre 2010 e 2020.

Simulador planeja trajeto de caminhões de carga em rodovias.


Simulador de viagem


Um programa de computador desenvolvido na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC), da USP, é capaz de analisar o tráfego rodoviário e planejar a melhor rota para a viagem de um caminhão de cargas.

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

Reserva Legal: Uma Confrontação Absurda entre Agricultura e Meio Ambiente.

Por Marcos Sawaya Jank, Presidente da UNICA.


Cresce no País uma confrontação insana entre a agricultura e o meio ambiente, por conta de sucessivos e anacrônicos imbróglios legais que ignoram a evolução, a interdependência e o imenso potencial desses dois gigantes nacionais.


Brazil Cosan buys Petrosul Fuel Stations


Cosan, Brazil’s largest sugar and ethanol group, has closed a deal to buy the local Petrosul chain of filling stations based in Sao Paulo, the local Web site iG said on Wednesday. Cosan said it did not comment on market rumors when asked by Reuters for its response to the story. The report said that Petrosul has 90 filling stations which Cosan plans to operate under the Esso brand name. Cosan bought oil major Exxon Mobil’s assets under the Esso name in 2008 for about $1 billion. The report gave no estimate for the value of the Petrosul sale.


The Sugarcane Blog

Al Gore apoia etanol brasileiro.


O etanol brasileiro ganhou um grande aliado nos EUA, o ambientalista e ex-vice presidente americano Al Gore. Em seu novo livro "Our Choice", Gore admite que errou ao defender, no fim dos anos 70, a produção do etanol a partir do milho, que hoje considera ineficiente.

"O senhor quer o CPF na Nota Fiscal Paulista?"




Já passou a moda de perguntar "O senhor quer o CPF na Nota Fiscal Paulista?", daí para um up grade na Nota Fiscal Paulista, de fácil/rápida implementação em SP (com viés de expansão para outros estados), e integrado ao mais avançado sistema de pagamento/bancário do mundo:


Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

Em 30 anos, setor sucroenergético reduz em 90% captação média de água.



O uso cada vez mais racional e eficiente de recursos hídricos por empresas do setor sucroenergético paulista vem reduzindo de forma significativa a captação média de água ao longo dos últimos 30 anos. A captação média pelo setor caiu dos 15 a 20 metros cúbicos por tonelada na década de 70, para a média de dois metros cúbicos por tonelada observada desde 2005, com algumas usinas chegando a captar apenas um metro cúbico por tonelada. É o que aponta o Manual de Conservação e Reuso de Água na Agroindústria Sucroenergética, lançado nesta quarta-feira (02/12/2009) em São Paulo.


“A água é a principal commodity que o Brasil detém e a que possibilita ocupar uma posição de liderança na produção de alimentos, fibras, rações e agroenergia. Portanto, é fundamental cuidar muito bem deste patrimônio”, afirmou o presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Marcos Jank, durante o lançamento oficial do Manual realizado no Sheraton World Trade Center Hotel.


Participaram do evento o presidente do CTC, Roberto Rezende Barbosa; André Elia Neto, pesquisador do CTC, que coordenou e apresentou detalhes da publicação; o vice-presidente da FIESP, Nelson Pereira dos Reis; e o presidente da ANA, José Machado, que frisou a importância do Manual para uma conscientização mais ampla sobre a importância da gestão dos recursos hídricos: “O Brasil já tem uma política para os recursos hídricos, ainda não totalmente desenvolvida mas já desenhada e bem encaminhada. O Manual será uma ferramenta importante para darmos sequência a esse trabalho”.

Universidade Federal de Viçosa lança Livro sobre cana




A Editora UFV, da Universidade Federal de Viçosa, MG, lançou em novembro o livro "Cana-de-açúcar: Bioenergia, Açúcar e Álcool - Tecnologias e Perspectivas", que reúne contribuições de diversos especialistas sobre o que há de mais atual nessa área, desde a produção da matéria-prima até a industrialização.


O livro foi elaborado em conjunto pelo professor do Departamento de Fitotecnia da UFV, Aluízio Borém, pelo estudante de doutorado em Bioquímica Agrícola, Fernando Santos, e pelo pesquisador Celso Caldas. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail editoravendas@ufv.br e pelo telefone (31) 3899-3113.


Fonte: ProCana.com

Agrotóxicos em áreas com cana. Como ficam as fontes de água?




Diante da tendência de esgotamento das fontes de energia não-renováveis no mundo, juntamente com as mudanças climáticas, a sociedade tem-se preocupado com o padrão atual de consumo dos combustíveis derivados do petróleo. Assim, tem-se concentrado esforços na busca de fontes alternativas de energia renovável, destacando-se a produção de etanol proveniente da cana-de-açúcar.


Atualmente, o Brasil é um dos maiores produtores de cana-de-açúcar, tendo esta cultura ocupado, aproximadamente, sete milhões de hectares na safra 2008, com estimativa de aumento em torno de 10% para a safra 2009. Em particular, o Estado de Mato Grosso do Sul, tem aumentado significativamente a área plantada com esta cultura.


Para a safra 2009, a estimativa é de 322 mil hectares, o que pode representar um aumento de 17% em relação à safra 2008. Essa expansão da cultura de cana-de-açúcar em Mato Grosso do Sul ! tem levado à reorganização do espaço produtivo local.


Confrontação absurda.


Cresce no País uma confrontação insana entre a agricultura e o meio ambiente, por conta de sucessivos e anacrônicos imbróglios legais que ignoram a evolução, a interdependência e o imenso potencial desses dois gigantes nacionais.


Acontece que a legislação ambiental brasileira é bastante avançada e de caráter mais preservacionista do que a de muitos países desenvolvidos. Além de o Brasil deter a segunda maior reserva florestal do mundo, perdendo apenas para a Rússia, nas últimas décadas houve um expressivo aumento das áreas protegidas pelo Estado, incluindo parques, reservas biológicas e áreas de preservação permanente, como as matas ciliares.


O verdadeiro desafio é garantir a preservação das atuais florestas, ampliando a estrutura de fiscalização e definindo claramente os direitos de propriedade, portanto, eliminando a ilegalidade.


Na agricultura, o Brasil desenvolveu o melhor conjunto de tecnologias adaptadas à faixa tropical do planeta, tornando-se referência mundial em ganhos de produtividade.


Exemplos são o hoje diversificado complexo de produção de alimentos, rações, fibras e bioenergia no Centro-Sul, a bem-sucedida integração lavoura-pecuária, o plantio direto (feito sobre as palhadas, sem revolver o solo) e o imenso potencial da agroenergia. Uma nova era em que culturas agrícolas tradicionais passam a produzir biocombustíveis, bioeletricidade e bioplásticos, contribuindo para a substituição do petróleo e a redução do aquecimento global.

 

Flex é o modelo de carro que menos polui.


Os 22 veículos fabricados em 2009 que menos emitem poluentes e gases de efeito estufa são flex (movidos a álcool e a gasolina) e ficam nas faixas de potência que vão de 1.0 cm3 a 1.8 cm3. O ranking foi divulgado nesta terça-feira (01) pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). Contém 402 modelos de carros, sendo 343 nacionais e 59 importados. Somente os carros com opção pelo etanol tiveram a nota máxima (5), visto que a emissão do gás carbônico (CO2) por esse combustível é compensada pela absorção do gás feita pela cana-de-açúcar durante o processo de crescimento.

Assim, considera-se que o veículo movido a álcool, um combustível renovável, tem suas emissões neutralizadas, norma criada pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU). Ao contrário do primeiro ranking divulgado pelo Meio Ambiente em setembro, relativo a carros fabricados em 2008, desta vez o governo não dividiu os veículos entre os que mais emitem gases poluentes (monóxido de carbono, hidrocarbonetos e óxido de nitrogênio) e gases de efeito estufa, o dióxido de carbono ou gás carbônico.


Terça-feira, Dezembro 01, 2009

Artigo Acadêmico: Análise da Rentabilidade das Empresas do Setor Sucroalcooleiro do Estado de São Paulo.

Por Mariana Simões Ferraz do Amaral Fregonesi e Nara Rossetti.


O setor sucroalcooleiro recebeu grande investimento nos últimos anos e conseqüentemente existe grande expectativa de retorno sobre o investimento. Nesse contexto, este trabalho tem o objetivo de analisar a rentabilidade de uma amostra de empresas do setor sucrolacooleiro da região Centro-Sul do Brasil. Utilizou-se pesquisa documental em demonstrações contábeis de 60 usinas de açúcar e álcool para cálculo dos 22 indicadores estudados para o período de 2002 a 2006. O estudo mostrou que a rentabilidade das empresas do setor possui padrões muito parecidos, apresentando concentração dos valores de receita, lucro, custos e despesas. A correlação entre as variáveis confirmou a relação teórica entre rentabilidade e estrutura de capital e rentabilidade e liquidez, sendo a primeira uma correlação negativa e a segunda, positiva. Além disso, os cálculos mostraram que liquidez e estrutura de capital são informações capazes de diferenciar empresas lucrativas de não lucrativas. Estudos futuros deverão distinguir as despesas operacionais das despesas financeiras (ainda que seja necessária a aplicação de questionário nas empresas), aumentar o período de análise para estudar o fator auto-regressivo do ROI e comparar a região Centro-Sul com a região Norte-Nordeste.


Visualizar o Trabalho: Rentabilidade.pdf


Fonte: Observatório do Setor Sucroalcooleiro